REVIEWS FIQ 2011 – PARTE 2

Continuando a incrível missão de comentar minhas impressões sobre todos os quadrinhos que adquiri no FIQ, segue duas obras de uma galera muito gente boa do Rio de Janeiro. A partir dessa edição começarei a dar selos (uma maneira simples de se visualizar a resenha, além dos meus comentários). Funcionará assim:

SELO 90’s: belo de se ver, conteúdo descartável
SELO 80’s: divertido, marcante e com um visual agradável aos olhos, sem precisar ser profundo
SELO 70’s: grande texto, arte conceitual, mas visionária
SELO 60’s: ainda em seu embrião com muito a melhorar, mas com algum potencial

Os selos acima sempre estarão ao final do texto indicando como esse quadrinho foi interpretado. Algumas obras, no entanto, podem apresentar também os seguintes selos especiais:

SELOS ESPECIAIS
SELO MILLER: inteligente e bem narrado, mas de futuro duvidoso…
SELO MOORE: rico em informações com frases e ideias afiadas, mas pendendo à aparente loucura
SELO MILLAR: diversão e ação à toda prova, blockbuster na certa, mas com grande chance de ser somente pop
SELO EISNER: obras-primas. Indiscutível.

COMIC COW de Denis Mello

Inicialmente Denis Mello imaginou sua Comic Cow como forma de participar do evento Cow Parade, assim, ele fez uma vaquinha ornada por uma história em quadrinhos – onde a própria vaquinha havia ganhado superpoderes após um meteoro atingir seu pasto, matando suas amigas. Sendo bem sucedido nesse intento, Mello pegou a história DA vaca NA vaca e colocou NO papel, daí nascendo o impresso COMIC COW, onde a mesma história pode ser apreciada pelo passar das páginas.

Infelizmente, aí se encontra o grande erro. Por simplesmente ter “colocado” o trabalho para o Cow Parade e transformado em páginas, você sente um roteiro descartável, onde os personagens e as situações são tão apressadas que não há momento para se familiarizar ou mesmo simpatizar com a Vaquinha. Uma pena, pois Denis Mello possui um desenho cartum bem estilizado, com artes bacanas e uma composição atraente, fora o fato que há um incrível potencial cômico na situação (vide o caso de Lene Chaves durante o Manicomics) que não foi corretamente aproveitado. A Supervaca funcionava melhor quando era uma arte plástica, enfeitando sua musa numa exposição. Nas palavras de Yoda: “Pensar em adaptação, você deve”.

SELO 90’s

COLETÂNEA 23,5 de Daniel Bicho, Giba, Igor Chaves Jeanne Göpfert, Lucas Santoro, Luisa Pires, Marília Bruno e Renato da Matta

Coletâneas sempre são complicadas, principalmente quando surgem no ambiente independente, pois correm o risco de cada um fazer do seu jeito e a coisa toda parecer uma loucura só, sem identidade alguma e que causam uma grande estranheza pela “liberdade criativa”. 23,5 não sofre esse problema, com todas os autores tendo a liberdade necessária para produzir o que querem dentro de uma temática que é comum ao ambiente proposto ali. Com uma capa inspirada, um design profissional e um acabamento de primeira (em folha amarela, vejam só) a impressão que se tem é de uma HQ bancada por editora, com trabalho e tratamento especial. Impressionante logo nas primeiras páginas descobrir que não é nada disso.

Sem a necessidade de ter de fazer uma resenha pra cada história, acho que merecem destaque os trabalhos Psycholic (de Marilia Bruno), Tim Punk (de Giba) e Bull Black Nova (de Igor Chaves), os dois últimos por suas histórias diretas e concisas e uma arte competente e o primeiro por seus interessantes experimentalismos que ajudam a dar um tom ao mesmo tempo cômico e único pro quadrinho. Os outros trabalhos, por sua vez, são de uma qualidade puramente artística e devo confessar que um tanto incompreensivas ao primeiro olhar. Em meio a essas destaco Tirinhas (de Luísa Pontes) que mereciam um acabamento fora dos papeis em bloco: uma pintura em cores em uma galeria de arte caberia bem ao caso.

SELO 60’s
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FIQ 2011 – REVIEWS E OUTROS DETALHES

Para quem esteve preso em uma redoma capsular em algum lugar de Plutão ou simplesmente não dá a mínima para coisas como quadrinhos e eventos ligados ao gênero, de 9 a 13 desse mês aconteceu a 7º Feira Internacional de Quadrinhos, o FIQ! O Fórum de Quadrinhos do Ceará, na forma deste que vos escreve e outros amigos e colegas, marcou presença lá. As novidades e comentários sobre tudo o que vimos e vivemos vocês poderão ler no blog do FQCE.

Como já é de costume, muitos quadrinhos que estavam por lá foram adquiridos pelo editor/redator deste blog. Assim, decidi abrir uma sessão especial que sairá aqui todas as semanas onde faço reviews de tudo que comprei por lá. A ordem é aleatória: conforme eu vou lendo eu vou postando. E para a estreia nada mais que especial do que a obra de artista que já esteve por aqui: Valente Para Sempre de Vitor Cafaggi.

Em 2010, Vitor Cafaggi foi convidado pelo jornal O Globo a ter um espaço no periódico com uma tira própria. O autor apresentou então Valente, as desventuras de um cachorro e sua paixão por uma gatinha em sua rotina de idas a aulas e amigos. Assim, o autor juntou em uma copilação especial as 70 primeiras tiras publicadas no jornal e lançou no FIQ em um livro especial com capa bacana e papel de primeira 
(e lombada quadrada) para os fãs que não tiveram a chance de acompanhar as tiras pel’O Globo.


Logo de cara percebemos que Cafaggi é um quadrinista mais que competente. Muito mesmo. Ele sabe se utilizar da linguagem dos quadrinhos de maneira clara e objetiva – desde a escolha da colocação do texto até a adaptação e caminhar dos balões pelos quadros, além de um timing emocionantemente perfeito -, encontrando saídas simples e básicas que ajudam a sua narrativa e dão ao seu trabalho um ar de obra acabada, redonda, completa. Tudo isso logicamente em desenhos lindos, inquestionavelmente lindos. Um dos melhores exemplos da união ideal de texto e imagem que formam a arte sequencial. Como tirista ele deixa a ousadia de lado e apresenta um quadrinho tecnicamente linear, sem ser piegas ou datado. Suas influências são tão óbvias que o fato de ele as dizer é meio irrelevante (a quem ainda não sabe: Watterson e Schulz). O melhor é que ele as utiliza como real prova de “aprendizagem”, não como “cópia”.

No entanto, técnica sem conteúdo é um poema parnasiano e Valente Para Sempre está longe de ser um mero “jarro vazio”. Pelo contrário. A tira é riquíssima e verdadeira, real prova do que há de melhor na vanguarda dos quadrinhos hoje em dia. Cafaggi acerta por fazer uma HQ para todas as idades, abordando o tema da paixão e do “procurar pela pessoa” de forma tão sincera e leve que é quase impossível não se identificar com as histórias do cãozinho do título. Afinal, essa é a palavra de ordem de toda a HQ: sinceridade. Os sentimentos que conduzem as narrativas curtas – algo que vai se aprimorando a cada página – da coletânea são tão verdadeiros que não cabem mentiras nas sarjetas e tudo é abordado com a linguagem de uma criança e a nostalgia de um adulto. Seu desenho é um condutor ideal desses sentimentos, das emoções em cada levantar de orelhas de Valente ou não balançar do rabo. Impossível não se emocionar em alguns momentos somente pelas imagens (vejam as páginas 60 e 78, se você não se sentir movido por aquilo…). Essa sinceridade é tão patente que Valente é simpático e íntimo como seu melhor amigo e confidente e suas histórias são tão agradáveis quanto reuniões das pessoas que você mais gosta numa tarde bonita. 
Características que vêm muito bem expressas desde a inspirada introdução feita por Bu Cafaggi, personagem e irmã de Vitor/Valente, até a interpretação do personagem por outros artistas nas páginas finais.


Não há exageros em dizer que foi o melhor trabalho em tiras editado no Brasil desde o fim de Calvin e Haroldo, personagens que, por sinal, acompanhavam o mesmo jornal que hoje lança a tira do cãozinho. Melhor sucessor impossível. Desconfio que Bill Watterson ficaria orgulhoso.



Aos que não tiveram a chance de adquirir a coletânea (bem como a revista DUO.TONE do mesmo autor) no FIQ 2011, acessem: punyparker.blogspot.com e descubram como pedir a suas.

PREVIEWS FQCE – RAFAGA E GOSTO RUIM

Continuando na série de previews para o FIQ na mesa do FQCE, apresento duas obras de autoria do digníssimo Zé Wellington, um dos coordenadores do grupo Gattai Zine e organizador do evento + HQ em Sobral! Verifiquem o release e vejam o preview!


RAFAGA – Volume 1: Quando se posicionam os peões
Roteiro: Zé Wellington
Desenhos: Demétrio Braga

Rafaga – Volume 1 é o início da história que conta a saga de Sieg, um antigo vampiro; Alexandra, uma caçadora de recompensas; e Rafaga, um jovem príncipe amaldiçoado. Numa história de terror repleta de seres fantásticos, esses três personagens descobrem ser pilares de uma complexa disputa entre dois seres celestiais, o que pode pôr fim a existência dos mortais. Segredos, vingança e violência são os ingredientes dessa HQ adulta calcada na fantasia, lançada pela Editora Quadrix.


Pré-venda: http://www.quadrixcomics.com.br/shop/index.php?route=product/product&product_id=53





GOSTO RUIM #1
Roteiro: Zé Wellington
Desenhos: Paulo Fernando e Sílvio dB

O fanzine Gosto Ruim traz duas histórias em sua primeira edição. Em Overclock Jack: Teia das conspirações é um preview de uma webcomic que mostra um mundo fantástico de elfos, trolls e anões, onde a magia foi trocada pela internet e pelos computadores. Nesse cenário, em meio a conflito étnicos, um rei luta para unir as raças sem saber que uma conspiração se forma para a derrubada de seu trono. Em Taverna do Angus, um taverneiro medieval presencia uma estranha maldição em seu estabelecimento… Mas seria magia mesmo?



PREVIEWS FQCE – FIQ: GRUPO Pb

A ideia para formação do grupo nasceu em uma tarde quente de um domingo de novembro, em 2010. Na época, Marcus Rosado, quadrinista, revelou a Luís CS, roteirista e amigo, o desejo de começar a produzir quadrinhos. Assim, eles sentaram e sugeriram várias ideias: guerras espaciais, jornadas de cavaleiros, monstros do armário, robôs gigantes, heróis uniformizados – todos os clichês possíveis a um quadrinista iniciante foram colocados em mesa, mas nada em si foi decidido, exceto o nome do grupo: Pb Quadrinhos, “Porque todas as boas histórias estão em preto e branco”, disse Luís, parafraseando Caio, do extinto KIMOTA Podcast.

A resposta definitiva surgiu semanas depois, quando Marcus conheceu Catarina Brontë, principal roteirista do grupo. A tímida garota mostrou uns manuscritos em um caderno de matéria com cerca de 90 páginas de uma história de dramas pessoais e erotismo. A trama atraiu a atenção de Marcus e, após uma conversa com Luís, os dois começaram a elaborar o quadrinho, o primeiro como desenhista da série e o segundo como editor. Assim, o primeiro quadrinho do grupo surgia, FOCO.

Na história, Manuela é uma garota introspectiva e sem confiança em si mesma, que, através de sua polaroid, começa a registrar práticas sexuais das pessoas a sua volta: padrasto, irmãs, professores e desconhecidos, utilizando as fotos para decorar sua parede que, como ela mesma diz, é tão vazia quanto sua própria vida. Aos poucos esses registros vão revelando diferentes relações de submissão, mostrando a Manuela que os desejos sempre são mais que carnais.

“A ideia de se criar uma série de contos sobre pessoas e sua vida íntima sempre passou pela minha cabeça, mas nunca tive o ‘feeling‘ correto para fazê-lo. Catarina veio com a ideia quase pronta: personagens, narrativa, temas e Marcus fechou a equação com sua própria visão do que queria desenhar e do tipo de história que gostaria de contar. Tudo o que fiz foi adaptar a trama para o formato dos quadrinhos. Sem entregar muito a história, tentamos fazer algo que tenha o ‘poder’ como tema central. O tempo todo e de diferentes formas, há relações de poder sendo empregadas e a maior metáfora disso é o sexo, ele tanto é interpretado como forma de submissão a alguém como de dominação. A história também fala sobre despertar, sobre sair do local comum. No primeiro arco de histórias, poderemos sentir isso de maneira muito leve através das ‘observações’ de Manuela, mas o segundo – e aparentemente definitivo – volume, com a inserção de alguns personagens novos, isso ficará mais evidente e a personagem mudará de uma maneira gradual, mas incrivelmente radical pra sua própria visão de mundo”, comentou Luís.

“Catarina é uma autora nova, mas muito promissora. Ela sabe trabalhar personagens com conceitos simples e de fácil identificação, mas que não são lineares. Eles são tão complexos e críveis quanto seres humanos comuns. Fora isso, é importante estarmos inicialmente trabalhando com personagens reais, em contextos reais, embora com situações um tanto incomuns – mesmo que não impossíveis. Marcus e eu viemos de uma tradição de super-heróis e narrativas fantásticas e foi um desafio, bem como um aprendizado trabalhar com uma trama onde não há explosões a cada virada de página, mas que emoção pode ser apreendida em detalhes como um sorriso que evidencia uma mentira ou um grito de revolta. Acreditamos que o grupo todo está entregando uma obra bem à flor-da-pele, sensual, incômoda e interessante”, continua o editor.

Catarina, no entanto, tinha uma exigência. Ela gostaria que mais mulheres estivessem envolvidas no grupo. Assim, Rute Aquino foi convidada como revisora e consultora de roteiro. Sua participação é tão relevante que Catarina a considera corroteirista da série. Ouvindo o conselho da roteirista, Luís convidou garotas para serem capistas de FOCO, cuja primeira edição é feita por Débora Cristina, que fez seu trabalho em aquarela.

Para FOCO, a proposta de publicação da obra é fazer arcos de cinco histórias de até 8 páginas. O arco inicial é dividido em 2 volumes, o primeiro com três histórias e o segundo com as duas últimas e mais uma história bônus, além de rascunhos de produção. Cada uma delas funciona sozinha e os volumes podem ser lidos em qualquer ordem.

Há também um cuidado com o público e a distribuição, como fala Luís: “Toda a venda será feita por internet, dispositivos eletrônicos ou em eventos – em versões on line e impressas. Estamos nesse instante cuidando exatamente disso. Seria muito bom começar um site pelo blogspot e fazer de qualquer jeito, mas o Marcus foi muito insistente em apresentarmos um produto de qualidade, por isso preferimos manter a produção ativa, enquanto analisamos e testamos as melhores formas de divulgação e publicação. Após o lançamento do primeiro arco, vamos verificar a resposta do público. Se ela for positiva, vamos arriscar lançar o segundo arco em um projeto melhor acabado, apresentando o resultado a editoras e propondo o quadrinho como uma publicação mais luxuosa, mas sempre se preocupando em não deixar os leitores na mão e oferecendo um produto novo, tentando evitar as reedições. Assim, quem adquiriu o primeiro arco nunca vai precisar substituí-lo, pois queremos sempre trazer histórias com problemas e temas novos”.

Depois da primeira edição de FOCO ser desenhada, outras ideias surgiram. Marcus e Luís decidiram arregassar as mangas e produzirem sua própria obra. Alguns devaneios e filmes do Tarantino depois, surgia O GUARDIÃO, a história sobre um rapaz hiperpoderoso que é convencido a ser um herói, protegendo a Terra ao invés de destruí-la – e como as pessoas do planeta reagem a sua constante intervenção em suas rotinas. Suas histórias, sempre contos completos de 8 páginas, serão publicadas inteiramente na internet em um site a ser lançado em 2011. Os roteiros ficam com o próprio Luís, também editor do grupo e administrador do site, desenhos e edição de arte de Marcus e cores de Kaléo Mendes, parceiro de Luís no grupo Mercúrio.

FOCO é uma história muito boa, mas muito pessoal de Catarina. Por mais que Marcus, Rute e eu mostremos nossas opiniões em um ponto ou outro da história, há tanto da autora ali que não nos sentimos coautores. Chegou um ponto que eu e Marcus precisávamos de algo que fosse nosso. Lembro de um momento enquanto decidíamos uma ou outra ideia para a edição 2 de FOCO que Marcus me falou, ‘Quero desenhar uma história de super-heróis’, pouco tempo depois eu entregava pra ele duas ideias sobre um herói na segunda guerra mundial, ciganos e longevidade, mas que foram deixadas de lado, por conta do extenso período de pesquisa e da dificuldade de encontrar um formato que agradasse tanto a mim quanto a ele. Depois de muito pensar, me veio essa ideia de um personagem que na verdade não sabe que é herói, apesar de ser visto como o maior protetor do planeta, e que é incrivelmente alheio a este. Semanas depois, Marcus estava fazendo layouts de página e eu escrevia o segundo roteiro. Acreditamos que esse vai realmente ser um grande trabalho!”

No FIQ – BH, os curiosos e alguns fãs da dupla poderão dar uma conferida na primeira história de FOCO, feita especialmente para o evento, e ver originais de Marcus Rosado para as duas obras, bem como tirar fotos ou pedir autógrafos. Tudo na mesa do Fórum de Quadrinhos do Ceará! O FIQ acontece de 9 a 13 de novembro em Belo Horizonte.

Abaixo, uma prévia da edição que estará na mesa do FQCE!

PREVIEWS FQCE – FIQ: DENÍLSON ALBANO

Denílson Albano é um dos mais genais e divertidos cartunistas de Fortaleza. Seu trabalho já foi lançado no premiado zine Manicomics e no jornal O Povo. Ele é conhecido por muitos por seus memoráveis personagens, o menino nerd Red Roger Chili Pepers, o “animado” Anderson Lauro e ele próprio, personagem das tiras autobiográficas, Minha Carreira Frustrada.

Durante o evento FIQ em Belo Horizonte, através do FQCE, será lançado o álbum “Eu que fiz isso aí“, coletânea de algumas das melhores tiras de Denílson. A publicação marca a estreia do selo Z&A Quadrinhos, do editor e articulista desse blog, e do Laboratório Espacial. Ela terá tamanho especial (20×20), capa colorida, 32 páginas e preço inicial de R$ 12,00. Os interessados em adquirir esse lançamento, apareçam na mesa do Fórum de Quadrinhos do Ceará, nos dias 9 a 13, no FIQ-BH!

Não deixem de visitar o blog do Denílson e ouvir sua entrevista para o Papo Armagem! Abaixo, um preview pra vocês sentirem um gostinho da publicação!